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Capítulo 15 - O Começo - {8}


Bem, antes de qualquer coisa ― sim, eu vou forçá-las a ler meu textinho meloso antes do capítulo, porque sou má ―, eu gostaria de agradecer todo mundo que comenta, lê e nos fazem felizes ― peguei o dia para ser carente mesmo, não liguem ―, e PERDOEM-NOS pela falta de material e atualização. Eu já disse pra vocês, é culpa da Lara (tá, só a falta de material é culpa dela, mas cofcof né).  Esperneiem para forçá-la a trabalhar, porque eu também to sem nada muito novo. O arquivo tá na reta final, LARA, OUVIU

E, para vocês, depois de um pouco de poeira, o capítulo 15, O Começo, e aproveitem a Kaylee e Luke. Mas só para vocês terem uma idéia o quanto a relapsa Lara precisa trabalhar, eu só tenho até o capítulo 20. É, é.

Antes de terminar ― calar a boca, na verdade ―, quero agradecer novamente a todas, mas especialmente á Bel, que está morrendo esperando novidades.  Não morra, e obrigada. A Lara trabalha bem sobre pressão (eu espero).  Raissa se despede

 Meu Deus, como eu soei formal

 

Os meses se passaram incrivelmente rápidos. Já estávamos perto do Natal e, até agora, não recebi um contato sequer da parte de meus pais. Como se eu me importasse com eles. Que se dane!

Em compensação, Luke e eu estávamos cada vez mais a sério. Acho que o que nos unia era, parcialmente, o excesso de confiança que tínhamos um no outro. Era incrível, mas verdade.

Ele era a única pessoa que me fazia sentir importante, viva. A única que parecia me entender totalmente. Entendam como quiser, eu realmente amava ele. E não achava que um dia poderia gostar tanto de uma pessoa como eu gostava daquele garoto misterioso de olhos azuis.

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23 de Outubro

Sabe aquelas cenas de livros ou filmes em que você pode apontar e dizer “foi aqui que tudo começou”. Pois então, se isso fosse um livro, eu apontaria exatamente aqui e diria isso. Todo o desespero, terror, angústia, e depressão começam exatamente aqui. Meio dramático, não? Pois é. Essa vai ser a minha historia daqui para frente.

Eu já não acordei muito bem. Ontem eu fui dormir super tarde já que eu e Luke passamos a tarde inteira conversando na janela enquanto David e Mel foram na festa. Eram três e meia da manha quando eu fui deitar e eles ainda não haviam chegado. Não quero nem pensar o que eles estavam fazendo agora. Isso é, se estavam na festa.

Resultado: acordei meio dia, com uma baita de uma enxaqueca, e não me pergunte por que, já que eu nem bebi, então não poderia ser ressaca. Encontrei Mel apagada em sua cama e achei melhor nem acorda-la. Sabe-se que horas aquela criatura fora dormir ontem.

Depois de me arrumar, encontrei uma carta jogada no chão – aqui eles entregavam a correspondência no quarto mesmo – e não sei por que diabos, eu tive a pequena ilusão de que fosse uma carta de meus pais. Como eu disse, ilusão.

 Era de Nancy. 

Oi Kay,

Fico feliz por você estar se dando bem ai. Agora adivinha? Eu falei com os meus pais e eles me deixaram ir te visitar nas férias! Não e um máximo?

Quanto aqui, você nem acredita, sabe aquela piriguete? Sim, a tal de Debra? Então, agora ela é a nova sensação da escola! Todos os garotos querem a garota! E é claro que ela se aproveita da oportunidade, né? Nem fica se oferecendo. Não da pra fazer nem mais concorrência. Eu nunca fui com a cara dela. Pra mim ela é muito superficial e puta para o meu gosto.

Escreva-me. 

 Beijos, 

 Nancy.

 

Ri por algum tempo com a carta. Debra era legal, ela sempre foi uma amiga para mim. Nancy só estava com ciúmes. 

         Foi um alivio para mim, saber que ela viria para cá nas férias. Estava morrendo de saudades de nossas risadas juntas.

         Depois de responder a carta – e sim, dessa vez eu contei sobre Luke e sobre nosso namoro -, fui andar pelo prédio para chamar alguém que já tenha acordado. Hoje não teria refeição na escola – era sábado – então nós teríamos que almoçar fora.

Encontrei Lisa no pátio lendo um livro. Fui até ela e começamos a conversar sobre qualquer coisa. Não sei exatamente quanto tempo eu fiquei lá, mas o bastante para uma mão cobrir os meus olhos.

Eu ri: - Luke!

-Como você sabia? – ele resmungou.

Eu reconheceria aquelas mãos até no fim do mundo. Eram simplesmente... as mãos dele, é claro que eu reconheceria.

-Eu sou vidente.

-Pelo jeito acho que é mesmo. Quer ir almoçar? – ele perguntou com um sorriso.

Como dizer não? Ele estava lá na minha frente, todo galanteador, com seus jeans e pólo habitual, como dizer não?

-Claro.

Por educação, convidamos a Lisa que estava ao nosso lado para ir junto, mas ela disse que não, obrigada, mas não queria atrapalhar os pombinhos. Ok, ela era legal.

Luke ligou o toca fitas do carro e nós começamos a cantar uma música de 1900 e bolinha, mas que nós sabíamos a letra inteirinha. Apesar desse clima descontraído, aquele aperto no meu coração, começava a me incomodar.

Ele me levou a um restaurante de frutos do mar. Nunca fui muito chegada numa lula, então acabei pedindo peixe mesmo. Fiquei impressionada com a quantidade de comida que o ser ingeria. Ele comeu um prato pra dois sozinho. Ok, isso era ridículo, por que todos os homens podem comer até um caminhão de gordura que não engordam? Enquanto nós, pobres mulheres, temos que passar fome para manter o peso. E eu nem falei não celulites e estrias ainda.

Mas até que a comida estava boa. Eu não vou ficar detalhando tudo o que aconteceu, porque eu sei que você, querida leitora, deve estar querendo ir para os finalmentes logo e deixar de tanta embromação. Então, vamos para os finalmentes.

Devia ser por volta das 13:30 quando saímos do restaurante. Havia poucas pessoas na rua, Wilmington era bem tranqüila. Então, é ai que eu te pergunto: Com tantas pessoas legais para se topar quando sai de um restaurante, por que tomar logo com... Greg?

-Kaylee! Luke! Vocês por aqui? – ele falou com uma animação forçada.

Respira, 1,2,3. Respira 1,2,3. Alguém pode por favor me segurar? Eu estou com a mão coçando para dar um murro nesse panaca metido a estuprador.

-Greg, eu não disse para você manter distância? – Luke praticamente rosnou para ele.

-Ei, a culpa não foi minha, foi um mero acaso.  – e deu uma piscadinha, me fazendo desconfiar que não houvesse sido um mero acaso – Mas foi bom encontrar vocês aqui, eu preciso conversar com você, Henry.

Henry. Greg acabou de chamar Luke de... Henry? Como Greg sabia o nome verdadeiro de Luke? Luke tinha contado para ele? Ele sabia de tudo?

Um olhar para Luke indicava que ele estava tão meio apavorado, e não confuso. Foi ai que eu lembrei que ele havia dito que Greg o ameaçava por causa disso no penhasco.

Até então, eu nem tinha me preocupado com aquilo. Até então, eu nem lembrava. Como eu disse, até então.