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Capítulo 8 - Volta Ás Aulas - {4}


Well, here I am
Sim, eu não morri. Melhor,
nós não morremos! Como? Eu não faço a mínima ideia
Bem, eu devia arrastar Lara para falar aqui. Talvez ela explicasse o plano de assassinato, suplicar para não denunciarem, mas vira e mexe ela desmaia em algum canto, então melhor não arriscar
Mais um capítulo - talvez da nova era? Agora não é mais segredo, não é? - em homenagem ao aniversário de Lara. Não liga, querida, eu sei que você só lembra de mim no meu e eu no seu! Lembrando que não temos tudo... Supliquem vocês também para fazer a vagabunda trabalhar
Mas juro que foi tudo bem no aniversário. Nós torramos uma grana pra envergonhá-la até o fim dos tempos com um carro de som e fizemos uma - outra, ha - homenagem aqui. A do NC foi mais discreta que a do carro de som, admito
E, ah, obrigada á irmã da Diana - oi, tudo bem? - por colocar os capítulos lá em cima. O html de antes comia o primeiro capítulo, coitado

Fim do blablabla

O despertador me acordou às 6:30, exatamente uma hora e meia antes de nós termos de ir tomar o café da manha. Eu precisava desse tempo para poder me arrumar.
 Mel só resmungou alguma coisa ininteligível quando o despertador tocou, virou para o outro lado e voltou a dormir. Eu também queria poder levantar 15 minutos antes e me arrumar em tempo recorde como ela. 
 Depois de ter tomado banho, secado o cabelo devidamente e passado maquiagem, fui escolher minha roupa. Eu não queria passar a impressão ‘séria de mais’ ou ‘fútil demais’. Eu era uma combinação entre as duas. Optei por minhas calças jeans preferidas e uma blusa rosa super linda adquirida um mês antes e sem nenhum uso. Ela ficava incrível com jeans e sapatos da mesma cor. 
Enquanto eu me trocava, Mel já estava vestida. Como eu disse, em tempo recorde. Separei meu material, o que incluía minha bolsa Prada de couro bege nova e meus livros. 
 Mel colocou uma calça jeans também e uma blusa justa preta. A cor ficou incrível com seu cabelo vermelho acaju e piercing. 
Ela só não usava tanta maquiagem como eu. Ela não precisava.
Quando viu minha blusa falou um: “Meu Deus, Kay, que blusa fofa! Onde você comprou isso?”.
Às 8 horas fomos para a cantina onde seria servido o nosso café da manha. No caminho encontramos Lisa e Sarah, Michelle tinha ido se encontrar com David. Mel fez uma careta. Foi difícil não rir. 
 O refeitório era amplo e bem iluminado. No canto norte tinha um balcão onde nós pegávamos a comida. Entre nós – que estávamos na porta do refeitório – tinha uma cinco mesas na vertical enormes. Uns 10 metros cada uma e um monte de alunos empoleirados. 
 Peguei somente suco de laranja – eu não tomava nem café nem leite, o primeiro porque eu não gostava e o segundo porque me fazia mal – e uma porção de pão de queijos pequenos. Eu comia pouco no café. 
 Esperei todas pegarem a comida e logo avistamos David, Michelle e os outros numa mesa. Na verdade, a única pessoa que eu consegui enxergar foi Luke. O resto é resto. Ele estava totalmente deslumbrante numa calça caqui e camisa branca de algodão contrastando com o leve bronzeado de sua pele e seus olhos azuis escuros que brilhavam como safiras diante a luz do refeitório. 
 Assim que ele me viu me olhou durante um segundo com a expressão insondável e depois desviou o olhar e voltou a comer. Estranhei. 
 Não deu pra sentar perto dele, a nossa mesa estava bem cheia. Acabei me sentando entre Michelle – que estava do lado de David e Mel de seu outro lado – e Lisa. Luke estava mais para o final da mesa entre Sarah e alguns outros garotos que não reconheci. 
 Não vi Greg lá.
 Nosso sinal soou às 9:00 para seguirmos para nossa aula. Quando cheguei, me deram um mapa de todas as minhas aulas da semana. Minha primeira era de inglês. Eu nunca tive problema algum com inglês, sempre li muito – e até já tinha me atrevido a escrever alguns esboços de livros. Aliás, eu tinha trazido praticamente uma mala inteira abarrotada de meus livros de estimação. Meus favoritos eram de romance sobrenatural. 
 Não tive chance nenhuma de falar com Luke às sós. Ele era um ano mais velho que eu, então não tínhamos as mesmas aulas, só o almoço em comum.
 Fiquei sabendo que Lisa tinha inglês também na primeira aula e isso me reconfortou. Eu não queria aparecer na sala de aula sozinha.
 Logo que nós entramos na sala fomos nos sentar e percebi um mar de pessoas olhando curiosamente para a aluna nova. Eu nunca fui muito de sentir vergonha, nem me sentir acuada. Geralmente eu ficava quieta mais por falta de assunto ou mau humor. Era raro eu sentir vergonha de alguma coisa. Aquele foi um de meus momentos.
 O professor entrou na sala e a aula seguiu normalmente. A matéria era fácil. Pelo menos para mim que já havia lido quase tudo sobre romance. O livro da vez foi Razão e Sensibilidade. Existe coisa mais fácil?
 O sinal tocou e eu senti alguém atrás de mim. Virei-me rapidamente. 
 -Uau, você tem reflexo. – Falou um cara com um metro e noventa de altura, cabelos cacheados caindo sobre os olhos e voz grossa, típico de jogador de basquete. – Bem, você deve ser a aluna nova, Kaylee, eu estava na aula de inglês junto com você. Meu nome é Andrew Turner.
 -Oi Andrew. – murmurei diante de sua altura e voz ressoante.
 -Então, a gente se gatinha – e piscou.
 Era mais essa que me faltava. Virei-me e segui para a aula de Biologia.
 Depois de enfrentar alemão e cálculo, fui almoçar. O refeitório estava apinhado de gente e ao longo do dia, eu havia conhecido várias pessoas legais. Uma delas me segurou no corredor por algum tempo. Se Mel não estivesse acenando tão enlouquecidamente para eu me juntar a ela, eu não a teria visto. Peguei minha bandeja, me servi de salada de feijão e salmão ao creme de tártaro e fui me sentar ao seu lado. Não vi Luke pelo refeitório.
Quando fui perguntar a Mel onde ele estava, ela disse que ele tinha comido às pressas e ido embora. No fundo, fiquei ressentida.
Mas não me permiti ficar abalada por muito tempo. Conversei com todos e tive um vislumbre de Andrew em sua mesa. Como eu pensei, jogador de basquete e sentado com um monte de líderes de torcidas loiras apinhadas sobre ele. Quando ele me viu o encarando, ele piscou de novo para mim. Isso resultou de um monte de olhares fulminantes da parte das líderes que o rodeavam. 
O resto do dia foi a mesma coisa. Conheci bastante gente e tal. Mas a única pessoa que eu queria ver naquele momento, não estava lá.